Vírus é uma partícula, basicamente protéica que pode infectar organismos vivos. Vírus são parasitas intracelulares obrigatórios e isto significa que eles reproduzem-se somente pela invasão e possessão do controle da maquinaria de auto-reprodução celular...

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quarta-feira, 4 de Janeiro de 2017

Vírus, seres vivos ou não vivos?



Os Vírus não têm qualquer actividade metabólica quando fora da célula hospedeira: não conseguem captar nutrientes, nem utilizar energia ou realizar qualquer actividade biossintética. Obviamente reproduzem-se, mas diferentemente das células, que crescem, duplicam o seu conteúdo para se dividirem em duas células filhas, estes replicam-se através de uma estratégia completamente diferente: invadem células, o que causa a dissociação dos componentes da partícula viral; componentes esses interagem com o aparato metabólico da célula hospedeira, subvertendo o metabolismo celular para a produção de mais vírus.
Há um grande debate na comunidade científica, sobre se os vírus devem ser considerados seres vivos ou não, esse debate é um resultado de diferentes percepções sobre o que vem a ser vida, ou em outras palavras, a definição de vida. Aqueles que defendem a ideia que os vírus não são vivos, argumentam que organismos vivos devem possuir características como a habilidade de importar nutrientes e energia do ambiente, devem ter metabolismo (um conjunto de reações químicas altamente inter-relacionadas através das quais os seres vivos constroem e mantêm os seus corpos, crescem e concretizam muitas outras tarefas, como locomoção, reprodução, etc.); organismos vivos também fazem parte de uma linhagem contínua, sendo necessariamente originados de seres semelhantes e, através da reprodução, gerar outros seres semelhantes (descendência ou prole), etc. Os vírus preenchem alguns desses critérios: são parte de linhagens contínuas, reproduzem-se e evoluem em resposta ao ambiente, através de variabilidade e selecção, como qualquer ser vivo. Porém, não têm metabolismo próprio e por isso, deveriam ser considerados "partículas infecciosas" em vez de seres vivos propriamente ditos.
Muitos porém, não concordam com essa perspectiva e argumentam que uma vez que os vírus são capazes de reproduzir-se, são organismos vivos; estes dependem do mecanismo metabólico da célula hospedeira, mas até aí todos os seres vivos dependem de interacções com outros seres vivos. Outros ainda levam em consideração a presença massiva de vírus em todos os reinos do mundo natural, a sua origem (aparentemente tão antiga como a própria vida), a sua importância na história natural de todos os outros organismos, etc. Conforme já mencionado, diferentes conceitos a respeito do que vem a ser vida formam o cerne dessa discussão.

terça-feira, 4 de Janeiro de 2011

A origem dos vírus.


A origem dos vírus não é inteiramente clara, porém a explicação actualmente favorecida é que eles sejam derivados dos seus próprios hospedeiros, tendo origem de elementos transferíveis, como plasmídeos ou transposons (elementos transponíveis, são segmentos de DNA que têm a capacidade de mover-se e replicar-se dentro de um determinado genoma). Também tem sido sugerido que eles possam representar micróbios extremamente reduzidos, ou que apareceram separadamente no caldo primordial que deu origem às primeiras células. Consta-se também, que diferentes variedades de vírus teriam tido origens diversas e independentes.
Quando não se estão a reproduzir, os vírus não manifestam nenhuma actividade vital: não crescem, não degradam, nem fabricam substâncias e não reagem a estímulos. No entanto, a sua capacidade reprodutiva é assombrosa: um único vírus é capaz de produzir em poucas horas, milhões de novos indivíduos.
Outras partículas infectantes, que são tão simples estruturalmente quanto os vírus, incluem os viróides, virusóides, Satellite, Deltavirus (que na verdade são satellites/viróides), e príons (proteína).

segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011

Mutações.



O material genético dos vírus pode sofrer mutações e gerar grandes variedades a partir de um único tipo desses seres; um exemplo são as dezenas de diferentes tipos de vírus da gripe humana, gerados por mutações.Sendo que essas mutações dificultam as ações dos anti-virais, devido esses serem específicos a cada tipo de vírus.

sábado, 1 de Janeiro de 2011

Porque há efectivamente casos em que as imagens dizem muito:

sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010


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segunda-feira, 1 de Novembro de 2010

AH1N1+AH5N, novo vírus mortal?

A gripe aviária mata 60% das pessoas mas não é transmitida facilmente enquanto que a gripe suína tem uma taxa de mortalidade bem baixa, mas é transmitidade facilmente através de um espirro ou um aperto de mão.
De acordo com um artigo do jornal Daily Dispatch, um jornal sul-africano, o virologista Dr Robert Webster afirma que uma combinacão dos dois vírus seria catastrófica, mas possível.
Aparentemente alguns virologistas comecam a jogar no ar a notícia de que os dois vírus poderiam se combinar.
Seria uma forma de nos prepararmos para o que virá, um surto de um novo vírus letal como a gripe aviária e facilmente transmissível como a gripe suína?
No início deste ano, a companhia farmacêutica Baxter "acidentalmente" misturou o vírus da gripe aviária com o da gripe comum, e enviou 72 kilos desta poderosa combinacao de seu laboratório na Áustria para outros laboratórios na europa, onde vários ferrets comecaram a morrer misteriosamente.
Em junho deste ano, o laboratório militar de Fort Detrick após fazer um inventório descobriu que havia mais de 9.200 vírus não catalogados, incluindo o vírus Ebola, bactéria que causa o anthrax e toxina botulínica, e agentes menos letais como vírus da encefalite eqüina venezuelana e da bactéria que provoca a tularemia. A maioria deles, esquecido dentro de gavetas congelador, não tinham sido utilizados em anos ou mesmo décadas. A grande dúvida é se pudessem ter sido retirados vírus deste laboratório sem ninguém ter notado.
No início de julho de 2009, o jornal londrino Telegraph anunciou que 21 pessoas sem abrigo na Polônia morreram após terem sido testados com uma vacina para o vírus da gripe aviária.
Temos vários indícios de que a gripe suína teria sido criada em laboratório, será que agora um novo vírus estaria sendo manipulado para juntar a letalidade do gripe aviária com a facilidade de transmissão da gripe suína?